Especialidades

As áreas que atuam na neuroreabilitação do Instituto, e o que cada uma faz.

O Instituto Glia de Neuroreabilitação, em Alphaville, Barueri (SP), reúne quatro áreas para a reabilitação de pessoas com condições que afetam o sistema nervoso: a fisioterapia neurológica, que promove a recuperação do movimento, equilíbrio, marcha e independência nas atividades do dia a dia; a fonoaudiologia, que atua na deglutição e na comunicação; a terapia ocupacional, voltada à adequação das atividades de vida diária, terapia da mão e confecção de órteses; e a psicologia, com a reabilitação cognitiva, avaliação neuropsicológica e psicoterapia. Todos os profissionais têm registro ativo em seus conselhos.

A lesão neurológica raramente afeta uma coisa só. O mesmo AVC que compromete o movimento do braço pode dificultar o engolir, embaralhar as palavras na hora de falar e alterar a atenção, memória e o humor. Juntos ou isolados, estes sintomas comprometem a independência e a qualidade de vida. A recuperação de cada uma dessas consequências compete a diferentes áreas de atuação.

É por isso que o Instituto reúne uma equipe de especialistas em reabilitação neurológica. Cada um tem o domínio da sua área de atuação e, juntos, somam conhecimento e experiência para que o processo de recuperação seja específico e completo.

Fisioterapia neurológica

Reabilita pessoas com doenças ou lesões do sistema nervoso — AVC, Doença de Parkinson, Esclerose Múltipla, Lesão Medular, entre outras. Atua na recuperação de movimento, força, sensibilidade, equilíbrio, coordenação e caminhar, com o objetivo de devolver autonomia nas atividades do dia a dia. Utiliza recursos como neuromodulação, contensão induzida, gameterapia e treino em esteira com suspensão de peso, entre outros, definidos cuidadosamente na avaliação.

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Fonoaudiologia

Atua sobre a deglutição, a comunicação e a paralisia facial. Na disfagia, avalia o risco de engasgo e de aspiração, define o que é seguro comer e em que consistência, e reabilita a musculatura envolvida. Nas alterações de linguagem e fala — afasias, disartria e apraxia —, trabalha para retomar ou adequar a comunicação funcional para o dia a dia. Na paralisia facial, promove a recuperação dos movimentos da face para mímica, fala e alimentação.

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Terapia ocupacional

Trabalha as atividades de vida diária — vestir-se, alimentar-se, cuidar de si, retomar tarefas de casa e do trabalho. A terapia da mão atua na recuperação do uso da mão após cirurgias ou lesões neurológicas; a confecção de órteses personalizadas e a adequação de dispositivos, como a cadeira de rodas, favorecem o movimento e a autonomia. Atua também sobre as adaptações necessárias no ambiente, junto com a pessoa e a família.

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Psicologia

Atua sobre as consequências cognitivas e emocionais das condições neurológicas: a reabilitação cognitiva, para estimular atenção, memória, planejamento e outras funções, com estratégias compensatórias para os problemas do dia a dia; a avaliação neuropsicológica, que mapeia o perfil cognitivo com instrumentos padronizados; e a psicoterapia na abordagem cognitivo-comportamental, favorecendo o entendimento e enfrentamento do impacto das diferentes condições neurológicas na pessoa e na família.

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Como as áreas se combinam

Alguns casos chegam com indicação de médicos neurologistas, fisiatras e geriatras para avaliação em uma ou mais áreas. Além disso, conforme as demandas de cada caso e a avaliação inicial, cada membro da equipe está apto a indicar a necessidade de outras áreas de atuação.

Cada profissional faz sua avaliação específica; em seguida, a equipe discute o caso e, junto com o cliente e a família, traçamos os objetivos terapêuticos e as metas de tratamento.

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Autoria e revisão

Conteúdo sob responsabilidade técnica de Dra. Tatiana de Paula Oliveira — Crefito-3/31193-F.

Última atualização: 1º de agosto de 2026

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